1) É o mais humano dos engenheiros!

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Muita gente pensa que engenheiro gosta mais de lidar com números e cálculos do que com pessoas, mas na Engenharia de Produção, além da base de exatas que é fundamental ao bom profissional, é preciso ter conhecimento de humanas,  ter noções de marketing e de logística. Por isso, muitos profissionais estão alocados em áreas como Recursos Humanos e até mesmo em gerências financeiras em indústrias e empresas públicas e privadas dos mais variados segmentos.

2) Ele é polivalente!

O engenheiro de produção é polivalente!

Sim. Um Engenheiro de Produção pode substituir um profissional de administração, mas na maior parte dos casos um administrador não pode substituir um especialista em Engenharia de Produção. Isso porque, dentro da graduação dessa engenharia, são trabalhados conhecimentos financeiros, de gerenciamento, gestão de pessoas e o meio ambiente, além de noções básicas de todas engenharias.

3) Ele é bem remunerado!

O engenheiro de produção é bem remunerado!

De acordo com pesquisas recentes, feitas por plataformas de carreiras e de avaliações de empresas, um Engenheiro de Produção em início de carreira ganha em média R$ 7,3 mil, ou 8 salários mínimos, para uma jornada de 8 horas por dia, ou seja, é uma das profissões mais bem remuneradas do país. Um estagiário na área tem bolsa maior do que um salário mínimo para 5 horas dedicadas por dia. Se isso é estar mal…

4) Ele precisa estar em constante atualização!

Ele precisa estar em constante atualização!

Habilidade para redução de custos e otimização de produção e capacidade de análise e solução de problemas de produtividade garantem grande competitividade no mercado para este profissional. Atualmente, já existem ferramentas metodológicas de ponta que colaboram para o serviço como a Lean Six Sigma e MASP, mas saber utilizá-las requer conhecimentos específicos.

5) E é ecologicamente necessário!

E é ecologicamente necessário

O trabalho do Engenheiro de Produção, com habilidade de aplicar para ferramentas de gestão da qualidade, pode melhorar eficiência de um biorreator na indústria química, reduzir a sucata na produção de aço de uma metalúrgica, ajudar na redução da quantidade de notas fiscais emitidas no varejo ou até diminuir o tempo de fila da triagem de pacientes em um hospital.  

Adriano Borges | IGC Educação

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